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Couchsurfing: conhecer o mundo à boleia de um sofá emprestado

Publicado em 10-04-2017

Já ouviu falar em couchsurfing? O conceito não é novo e terá nascido como uma forma criativa de viajar sem acumular grandes despesas em alojamento, explorando a fundo a oportunidade de conhecer modos de vida locais.

Em português, couchsurfing significa algo como “surfar no sofá”. Esta peça indispensável em qualquer sala é a alma do conceito, que junta quem está disposto a abrir as portas de casa a um estranho e quem quer aproveitar uma experiência de viagem para conhecer o conforto de outros lares.Ao mesmo tempo é uma forma de viajar sem gastar muito dinheiro, uma vez que não há custos envolvidos.

Nos últimos anos, os hostels vieram tornar o alojamento mais acessível e explorar também um pouco o conceito de aproveitar uma viagem para fazer novos amigos, conhecer novas pessoas, mas enquanto este tipo de alojamento promove o contacto entre turistas, o coachsurfing continua a privilegiar o contacto com locais e por isso há quem continue a preferir esta opção se a ideia for viver uma aventura.

O site que liga viajantes e residentes existe desde 2003, em couchsurfing.com, e tornou-se numa comunidade online ao estilo rede social, que hoje conta com mais de 11 milhões de utilizadores ativos. Lista casas de portas abertas para receber viajantes em 150 cidades espalhadas pelo mundo inteiro.

Para experimentar o conceito o primeiro passo é criar um perfil no site, fornecer alguma informação pessoal, acrescentar imagens e fica garantido o acesso à oferta disponível na plataforma e a todos os comentários que quem passou pelas casas listadas tem para partilhar com a comunidade. O mesmo vale para os candidatos a hóspedes. Depois, basta interagir com quem cede espaço em casa e propor uma visita.

O sofá pode ser afinal uma cama num quarto de hóspedes ou um colchão insuflável e é possível que não seja o local mais confortável onde já dormiu, mas esta não é a questão mais importante para quem continua a manter vivo o conceito. Se achar que vale a pena embarcar na aventura pela experiência, então é possível que tenha mesmo alma de couchsurfer.