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Tema da Semana

Fazer crescer as poupanças: o que tem o mercado para oferecer?

Publicado em 14-07-2017

Colocar algum dinheiro de parte é uma forma de conseguir responder a imprevistos, de acautelar uma despesa significativa que possa surgir, ou de preparar um futuro mais tranquilo, para uma altura da vida em que se pretenda trocar, ou pelo menos equilibrar de forma diferente, trabalho e tempo de descanso.

O mercado está cheio de alternativas para quem não quer guardar as poupanças debaixo do colchão e pretende valorizar o que já conseguiu poupar. Das contas-poupança aos certificados de aforro, passando por investimentos com mais algum nível de risco, são vários os instrumentos que o podem ajudar a fazer render as suas poupanças.

Antes de tomar qualquer decisão, é importante conhecer as diversas opções disponíveis no mercado, quando tomar uma decisão, garanta  que escolheu a solução mais adequada para si, tendo em conta o seu perfil de risco, assim como as suas expectativas e necessidades.

Na comparação podem estar depósitos a prazo, contas-poupança, depósitos indexados e duais, que entre si se distinguem pela rendibilidade e pelo nível risco. Menos conhecidos do que os primeiros, nos depósitos indexados a remuneração só é calculada no final do prazo do depósito, perante a evolução das variáveis a que é indexado e que podem ser variáveis económicas ou financeiras, como preços de ações, ou a cotação de taxas de câmbio, por exemplo.

Os depósitos duais envolvem a comercialização conjunta de dois ou mais depósitos bancários, que podem ser simples ou indexados. Na contratação de um depósito dual, é importante ter em conta os diferentes depósitos que o constituem. Deve analisar cuidadosamente cada um destes depósitos, não só em termos de prazo e remuneração mas também a possibilidade de movimentação antecipada dos fundos.

Os Planos Poupança Reforma (PPR) são uma alternativa e hoje existem nas mais diversas modalidades e com diferentes tipos de produtos associados (como seguros). Podem ter taxas de rendibilidade muito distintas e níveis de risco a condizer.

É por isso que, tal como nos depósitos, antes de tomar decisões deve informar-se sobre a forma de cálculo da remuneração associada ao produto e esclarecer se existe ou não uma remuneração mínima garantida. Também é relevante perceber em que condições as poupanças aplicadas podem ser movimentadas antes do fim de prazo previsto e com que consequências para o depositante.

No portfólio de aplicações do Estado, aos tradicionais certificados de aforro juntaram-se mais recentemente os Certificados do Tesouro Poupança Mais e as Obrigações do Tesouro de Rendimento Variável. Permitem comprar dívida pública de forma mais ou menos conservadora.

A compra de obrigações ou de ações fecha o leque de principais alternativas à disposição de quem está disposto a colocar as suas poupanças em aplicações com maior nível de risco, a troco de níveis de rendibilidade mais elevados.

Qualquer que seja o caminho, falar com um profissional antes de tomar decisões e definir que destino vai dar ao dinheiro é aconselhável, porque permite esclarecer dúvidas e aumentar a certeza de que as suas poupanças têm como destino a aplicação (ou aplicações) mais adequada ao seu perfil.