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O que fazer para se proteger da gripe?

Publicado em 18-01-2018

Tempo frio e chuvoso é propício a gripes e constipações e os números dos hospitais confirmam que já estamos no pico destas infeções. A vacinação contra a gripe é a medida por excelência para prevenir a infeção, aconselhada sobretudo a grupos de risco, mas não é a única.

Há um conjunto de boas práticas que vale a pena seguir, para tentar passar ao lado de um conjunto de sintomas desagradáveis e das potenciais complicações respiratórias que uma gripe pode causar.

Tanto no caso da gripe como das constipações, com sintomas idênticos, mas menos graves no que se refere a possíveis complicações, as mãos são um veículo transmissor do vírus.

Lavá-las frequentemente com sabonete é uma forma de eliminar os germes que transmitem infeções e que pode estar a passar a outros, se estiver doente, ou a receber de outros, sempre que tocar em locais onde alguém contaminado tenha tocado.

Mantenha-se agasalhado de forma adequada às temperaturas exteriores e condições climáticas. Proteja-se da chuva. Nos dias mais frios, não dispense o cachecol e as luvas ou um casaco mais quente, para evitar variações bruscas de temperatura.

Na alimentação, também pode fazer opções que favorecem a resistência do organismo a infeções deste tipo, com destaque para o consumo de vitamina C, que pode encontrar-se, por exemplo, na laranja.

Fazer exercício físico regular e dormir o necessário para repor energias são outros trunfos para fortalecer defesas e resistir a possíveis infeções. O número de horas de sono influencia a resistência do sistema imunitário, enquanto o exercício físico regular estimula a circulação sanguínea e com isso melhora a capacidade do organismo para reagir a eventuais ameaças ao seu bom funcionamento.

O vírus da gripe transmite-se através de partículas de saliva que se difundem no ar quando tossimos ou espirramos, mas também pelo contacto direto com superfícies contaminadas. É por isso que as mãos são um dos fatores mais relevantes na propagação destas infeções.

Entre a infeção e o surgimento dos primeiros sintomas podem passar um a cinco dias. Esteja atento e consulte um médico se sentir cansaço, febre ou dores no corpo, sobretudo se os sintomas evoluírem rapidamente e de forma acentuada, mas procure evitar as urgências dos hospitais.

O horário da rede de centros de saúde foi alargado para dar apoio à maior incidência de casos de gripe e constipação, normal nesta altura do ano. É uma alternativa que tende a minimizar o tempo de espera no atendimento e os riscos de novas infeções, por concentrar menos gente num mesmo espaço fechado. Tenha isso em conta se precisar de cuidados médicos nesta altura do ano.