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Saber Poupar

Saldos, sempre serão saldos

Publicado em 14-02-2017

Por mais que mudem as leis, as vontades e os parâmetros económicos, a época de saldos será sempre um período feliz para o consumo. Embora o Natal que passou tenha sido otimista para o comércio, com o sistema a financeiro a sorrir à utilização crescente de meios de pagamento eletrónicos, todos ansiavam por inaugurar a época de saldos, porque palavras à parte, promoções serão sempre vistas como o parente pobre dos saldos.

Hoje em dia, a corrida às promoções começa quando menos espera e quando a concorrência obriga, mas saldos na verdadeira acepção da palavra têm data marcada e coincidem com épocas que estão tradicionalmente estabelecidas entre os consumidores, embora entre os mais jovens a tendência é para que esta época “dourada” das compras tenda a desvanecer-se, ou pelo menos a desviar-se da palavra que sempre marcou a corrida aos baixos preços.

Por altura das mudanças de estação, sendo os saldos de Inverno e de verão os mais concorridos, as montras ganham muitos números e sinais de %, mas os que mais atenções despertam são os que incluem margens superiores a 40%, com o espírito mais consumista a estabelecer-se nos valores que anunciam reduções superiores a 75%.

Saldos, sempre serão saldos. Disso não há dúvida. E por mais que mudem as regras, todos continuamos à espera do “dia D” para entrar na loja A ou B em busca daquele artigo que sempre observámos, mas cujo preço nos impedia de concretizar a compra. Por mais promoções que se anunciem há datas que serão chave para comprar com descontos e, por mais que se diga que os descontos nestas alturas são duvidosos, no subconsciente do consumidor há a certeza de estar a fazer uma boa compra.